FAZENDO AS PAZES COM DEUS – Pré-lançamento

Disponível em 05/05/21

Como tudo Começou

Em Outubro de 2020, exatamente no dia do meu aniversário, eu acordei triste.

Não apenas pela situação que vivíamos – e ainda vivemos! – por conta da pandemia, mas, principalmente, por saber que não veria as pessoas que mais amo, presencialmente.

Eu tinha sonhado com uma festa de 50 anos, para mim, significando “meio século” de existência! Sei lá, pode não ser importante para os outros, mas datas redondas me encantam… E eu sabia que esse sonho estava distante. Talvez, nem uma festa de 51 anos.. O que estaria por vir?

Passei a manhã acabrunhada, melancólica e num determinado momento, comecei a chorar. Minha raiva se dirigiu ao externo, ao porquê de estarmos vivendo isso, coletivamente. E claro que conheço muitas soluções internas e externas, de muitas dimensões. É lógico que meu entendimento do Universo não é tão raso assim, mas era mais forte do que eu, era quase que infantil. De quem era a culpa? Havia um culpado! Culpei, finalmente, aquele que poderia ser julgado, condenado e penalizado, sem que ele retrucasse, me atacasse, ou sequer, se justificasse. Culpei, na lata, Deus.

O dia passou e eu me esqueci. O carinho de muitas pessoas aliviou a onda de pessimismo e tudo fluiu.

Mas à noite… Eu sempre faço muitas orações antes de dormir. Incluo tudo o que me lembro, muitas coisas, pessoas e situações e neste dia, exatamente, ao falar o meu “Amém”, ouvi NITIDAMENTE:

VOCÊ ACHA MESMO QUE EU SOU CULPADO? 

Tomei um susto e sentei na cama. Eu sabia quem estava falando comigo, só não sabia o que fazer depois disso.

VOCÊ ACHA MESMO QUE EU SOU CULPADO? 

Tomei um susto e sentei na cama. Eu sabia quem estava falando comigo, só não sabia o que fazer depois disso.

Passei os 20 dias seguintes num processo de imersão, botando a cabeça para funcionar e dialogando com a voz. Não tive resposta alguma. Mas eu falei. Falei muito e fui achando caminhos, insights e quebrado barreiras.

Um a um, os obstáculos que me separavam da força que se chama Deus, nesta dimensão, foram se esfarelando e finalmente, um dia acordei com mais uma frase:

“Agora estamos em Paz!”

Assim que descobri o meu caminho, precisava testar se isso era individual ou aplicável a outros, mas desta vez, escolhi selecionar pessoas que me conhecesse muito e pouco… Que estivessem próximas, mas não diariamente, que não estivessem por dentro de minhas últimas atividades (falo de 20 anos, pelo menos!) e escolhi um seleto grupo de amigas de colégio e infância.

Nove delas toparam ser tutoreadas, passando por um processo de reatar a amizade com Deus e quatro delas nem católicas mais eram, há muito tempo, desde que saímos do colégio de freiras, em 1988.

Foi exatamente por isso que as escolhi. Nós fomos doutrinadas a conhecer um Deus comum a todas nós. Tínhamos o mesmo background. Mas apenas isso também não servia e assim, convenci algumas delas a trazerem pessoas que não me conheciam para o grupo e estavam, nitidamente, muito perdidas quanto a esse assunto.

No total, 18 pessoas passaram pela experiência. Duas desistiram, com quase o mesmo argumento: “Não quero fazer as pazes com Deus. Minha raiva é maior.” Uma disse isso textualmente, outra, deixou a entender.

Mas 16 delas, se saíram tão bem no processo que suas vidas mudaram. Como a minha.

Depois, tomei coragem para abrir isso a um círculo maior. Conhecia as pessoas, mas nem todas, profundamente.

O feedback que recebi delas foi incrível!

Fazer as pazes com Deus foi o maior e melhor presente que eu recebi no meu meio século de vida. E é isso que eu quero oferecer a você. 

Mas será que você precisa disso? Responda, honestamente:

  • você perdeu sua fé
  • você não compreende Deus
  • você odeia religião
  • você é universalista – sem um Deus definido
  • você não sabe como se conectar a Deus
  • você tem vergonha de falar a palavra Deus em determinados círculos de amizade ou estudo
  • você não entende a diferença entre Deus e Fonte e fica com Fonte (ou qualquer ideia de algo maior, não necessariamente com esse nome)
  • você não acha que brigou, mas não se apega a ele
  • você teve uma religião e achou mil defeitos nela
  • você acha que a religião é o mal do mundo
  • você acha que Deus está “lá em cima” e não liga para nós
  • você acha o mundo injusto, de forma geral
  • você não vê a menor necessidade de se conectar com Deus
  • você acha que Deus é a natureza
  • você acha que é Deus, ou que tudo é Deus
  • você está consciente que, em algum momento, deixou prá lá a ideia de ter um Deus (ou de necessitar disso, ou sabe que brigou!)

Acho que você já sabe se este livro é para você, ou não…

O pagamento é feito a partir do Mercado Pago, com cartão, boleto, débito ou transferência.


O que você vai descobrir:

  • Como encontrá-Lo nas grandes e nas pequenas coisas
  • O que te impede de ser próximo a Deus

2 Comentários
  1. Engraçado , no meio de todo panico que se instalou em mim na Pandemia , março , foi na Religião Católica que me acalmei , me juntei a um grupo de primas beatas e sobrevivi , Deus estava lá , uma prima quase aleijada , assisti Geraldinho , a vixinha , Ana Clara , eu , instituto Hesed ! Tres terços comprados me ajudam a superar o Panico mas ele volta ! Amigos, parentes e conhecidos falecem toda semana , uma os duas vezes … e eu já pioro das doenças fisicas e nem sonhando vou a médicos , praia é minha psicologa e agora uma garganta que fecha a qualquer hora !!! Help … Sem filhos e netos proximos , odeio este Covid . Até onde posso culpar Deus ou os homens ?

    • Oi Monica. Acho que não podemos nem devemos culpar ninguém, na realidade. Sua decisão de se apegar a algo que faz sentido para você é muito importante. Se o caminho está traçado e há companhia, fica mais fácil, né? Desejo muita paz, luz, saúde e alegria a todos aí. Beijo!

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Alexandra Lopes
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